Somos todos diferentes e complementares e isso, em pleno 2018, já sabemos muito bem. O que ainda temos dificuldade de trabalhar é a gestão positiva advinda desta diversidade de visões, culturas, crenças e valores.

Em muitos momentos conseguimos enxergar o potencial dessa multiplicidade. Mas armadilhas podem acabar aparecendo no meio do caminho… afinal estamos falando de pessoas. 😉

Minhas andanças do dia a dia têm mostrado que essa não é uma tarefa trivial e que embora muitas ideias apareçam e muitos planos sejam traçados com real capacidade de atingir resultados de sucesso, esses elementos por si sós podem significar perda de energia. Em especial, se desacompanhados de certas doses de consciência e preparo para lidar com situações inerentes às relações humanas.

Mas, e como fazer para endereçar os efeitos desejados a favor de um objetivo comum? Em muitas situações, a ampliação de habilidades antes não exploradas podem ser recursos PODEROSOS.

Sendo assim, por onde podemos começar?

Dar espaço para que o outro, seja seu par, seu cliente ou fornecedor possa contar o que pensa e sente sobre um acontecimento ou tema e parar para simplesmente ouvir, sem julgamentos ou interpretações pode ser um ótimo começo! Muitas vezes o que aquela pessoa, que tem perspectivas diferentes das nossas, simplesmente quer é ser ouvida – de forma plena e singular.

Outro ponto capaz de ampliar a escuta e a comunicação entre as pessoas é começar a falar a partir de si. Ou seja, se estou em uma reunião para discutir determinado projeto e a dispersão de idéias ou o zum zum zum na sala está atrapalhando, viro para meus parceiros de equipe e comento que tenho dificuldade de me concentrar quando todos falam ao mesmo tempo. Acaba sendo bem diferente do que dizer: “Fiquem quietos, vocês não param de falar e não estão ajudando em nada”.

Uma dica ainda para esse ponto de partida é o que chamamos de “faça perguntas abertas”. Mas o que de fato significa isso?

Significa estar tão atento e interessado ao que o outro está passando que o envolvimento e o interesse se tornam naturais. Perguntas que envolvem reflexão e curiosidade em relação à Como, Quando, Por que as coisas estão sendo vistas daquela forma ou estão acontecendo sob aquela ótica tornam-se o centro da conversa, transformando desentendimento e tensão em troca de informações e diálogo produtivo.

Então… vamos praticar?!?!

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